Manuel Dias – Fados & Desgarradas

Fados & Desgarradas
Manuel Dias
Single 7″, Vinil, 45 RPM
Ofir
s.d.

António Severino – Taxista,”Chauffeur de Praça”

Taxista,”Chauffeur de Praça”
António Severino
Com Conjunto de Guitarras de António Chainho
Single 7″, Vinil, 45 RPM
PortugalCantante
s.d.

Linda De Suza – Maradona

Maradona
Linda De Suza
Single 7″, Vinil, 45 RPM
Carrere/Edisom
1987

Os 3 Pontos – Zaragatisse

Zaragatisse
Os 3 Pontos – Conjunto Típico Portuense
Single 7″, Vinil, 45 RPM
Ofir/Coronet
1968

Conjunto Típico Terras de Portugal – O Porco É Nosso

“Coronet” sente-se orgulhosa de lhes apresentar o primeiro disco (e certamente não será o último) do “Conjunto Típico Terras de Portugal”.

O grupo é chefiado por António Martins Ferreira, principal vocalista. Os outros componentes do grupo são Manuel Duarte Sousa, Agostinho SIlva Ferreira, Abel Martins da Costa, Secundinho da Costa Martins e Davide Moreira.

“O Porco É Nosso” é o mais requestado número deste conjunto da autoria de António Martins Ferreira, também compositor da típica canção “Ó Mãe Olhe Ele”. “Gosto do Vira” é uma composição de Manuel Duarte Sousa.

Este simpático conjunto, lembra-nos certamente as nossas terras de Portugal.

Fernandes O. L. Gomes

O Porco É Nosso
Conjunto Típico Terras de Portugal
Single 7″, Vinil, 45 RPM
Coronet
1968

Os Discos da Minha Vida, São Aqueles Que Nunca Ouvi

asminhascapas01

Hoje à noite, por volta das 22h, vou estar na Velha-A-Branca, em Braga, para uma Conversa no Tanque.

A conversa, para além do meu trabalho, será também sobre a minha colecção de singles de música popular urbana portuguesa. Tenho dezenas deles, alguns de gente que ainda anda por aí, outros que não faço a ideia quem sejam, se cantam ou deixaram de cantar, se vivem, sobrevivem ou já estão mortos e enterrados. Quase todos cançonetistas populares, de segunda ou terceiríssima linha, para não dizer categoria.

Sempre que alguém vem cá casa e pergunta se os colecciono [quem pergunta isto, suponho, também está a perguntar se entendo de música portuguesa], respondo que só pelas capas e que nunca os ouvi. É ingrato, e talvez infeliz, mas o meu fascínio por estes singles está apenas nas fotos, títulos e textos das capas. Resumindo: interessa-me tudo, menos a música. É que para mim, aquilo que está nos detalhes, vale mais do qualquer boa entrada de um dicionário ou enciclopédia. E neste caso, aposto, aquilo que está nas capas vale mais do que a própria música.

Fica aqui o convite para aparecerem, descobrirem quem é o misterioso Parafuso, qual o motivo da indignação artística de António Severino e José Crispim ou tentarem perceber quem é, afinal, o promissor talento musical que dá pelo pseudónimo de Homini Orchestra!

Estas e outras pérolas em conversa, a meio caminho entre a reflexão séria e o disparate completo.