100 Anos de Animação Japonesa

O Centro Nacional de Cinema do Japão, parte integrante do Museu Nacional de Arte Moderna, Tóquio, lançou um website para comemorar 100 anos de animação japonesa. Ainda que não exista uma versão inglesa, é possível navegar com facilidade (e ajuda do tradutor da Google), pelo arquivo de filmes disponibilizados online através da página de categorias.

Japan’s National Film Center, which belongs to the National Museum of Modern Art, Tokyo, has launched a website devoted to celebrate 100 years of Japanese animation. There’s no English version yet, but you can easily browse through the animation archive – with the help of Google translator – using the categories page.

A Grande Caminhada

Cartaz, de 1967, com Jiang Qing (“Madame Mao” ou “A Grande Porta-Estandarte da Cultura do Proletariado”), que lá para o fim da vida deu com os costados na prisão e acabou por se suicidar. Ela está a apontar para a direita, na direcção da “grande caminhada cultural”, mas na prática e onde o tenho pendurado, está a apontar para a porta do meu escritório. Muitas vezes encaro o gesto como uma ordem, e contrariado, lá vou trabalhar.

Autocomplete Hand-drawn Animations

Autocomplete Hand-Drawn Animations, vídeo demonstrativo aqui, é uma aplicação para animação que para além de adivinhar, sugerir e corrigir em tempo real animações, também reconhece e preenche cores e padrões, o que simplifica e muito o trabalho dos animadores.

Ainda que esteja em fase de desenvolvimento, irá ser apresentada pela Microsoft Research, Universidade de Hong Kong e Tóquio no SIGGRAPH Asia 2015.

É um surpreendente avanço em relação ao Meander usado pela Disney, que de resto tem um blogue com avanços e investigações na área da animação.

Olá, Árvore!

Talvez seja isto aquilo que queremos da internet das coisas: em Melbourne, na Austrália, foram criados números de identificação, assim como endereços de e-mail, para as árvores. A medida pretende que qualquer um pudesse enviar uma mensagem a indicar um problema com determinada árvore, como um galho partido ou secura das raízes.

A surpresa é que para além disso, as pessoas começaram também a enviar mensagens pessoais às próprias árvores, que vão desde um simples olá a perguntas sobre política e actualidade. E do outro lado, as árvores começaram a responder. Ou melhor, os técnicos municipais por elas. A notícia é do The Atlantic, onde são reproduzidas muitas mensagens, o meu espanto foi para esta enviada a um cedro vermelho ocidental.

Olá Árvore, estás preocupada com a possibilidade de seres afectada pela crise da dívida grega? Devem permitir que a Grécia fique na União Europeia?

Cumprimentos,
Troy

A resposta do cedro vermelho não tardou, começa com um trocadilho, e pode ser lida aqui.