Autores [em 2003]

Durante uma entrevista, e respondendo a uma pergunta de rotina, James Joyce disse que para se ser escritor é preciso aguentar com tudo. Mesmo a fechar este ano passei a acreditar nisso, quando um crítico me disse que só existiam dois, vá lá, no máximo, três autores de banda desenhada em Portugal.
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Autores [em 2002]

Não me lembro de outro ano assim, absurdo e cinzento como este, onde quase tudo mudou, mas nada foi definitivo. A euforia autoral e editorial alternativa parou sem dar explicações, não sabemos o que é feito de todos os autores que andaram por aí até agora, nem temos folheado nada das editoras que existiam para os publicar.
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Autores [em 2001]

Foram poucos os novos. Os outros continuam a publicar com alguma regularidade. Alguns tentam a vertente comercial, mas há quem prefira o manifesto artístico. As bolsas continuam aí, para podermos largar tudo e trabalhar sem preocupações. Não haviam editoras, mas agora já podemos dizer que o nosso livro ficava bem editado nesta ou naquela.
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Autores [em 2000]

01. O ano é de boa colheita, é o mínimo que se pode dizer: Luís Louro e Rui Zink apostaram, António Jorge Gonçalves arriscou, Miguel Rocha insiste, José Carlos Fernandes reinventa-se, Nuno Saraiva reedita-se e a estes juntam-se uns quantos nomes desconhecidos, alguns interessantes, e pelo menos três editoras novas, Witloff, Círculo Profundo e Nova Comix.
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